Infinito particular

Sejam muito bem vindos a esse cantinho, aqui contarei um pouco de mim, postarei músicas, poemas, textos e um pouco do que estou sentindo no momento!

Sejam bem vindos ao meu infinito particular!

Mara

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Tranquila...

quarta-feira, 25 de julho de 2007

SALVE JORGE


Jorge sentou praça na cavalariaE eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia
Eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge,para que meus inimigos tenham mãos e não me toquem.
Para que meus inimigos tenham pés e não me alcancem.
Para que meus inimigos tenham olhos e não me vejam, e nem mesmo um pensamento eles possam ter para me fazerem mal.
Armas de fogo,meu corpo não alcançará
Espadas, facas e lanças se quebrem, sem o meu corpo tocar,cordas, correntes se arrebentem, sem o meu corpo amarrar,pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge.Jorge é de Capadócia, viva Jorg.
Jorge é de Capadócia, salve Jorge.
Perseverança, ganhou do sórdido fingimento e disso tudo nasceu o amor.
Perseverança, ganhou do sórdido fingimento e disso tudo nasceu o amor.
Ogam toca pra ogum
Ogam toca pra ogum
Ogam,ogam toca pra ogum
Jorge é de Capadócia
SALVE MEU PAI OGUM
SALVE JORGE
QUE A PAZ ESTEJA ENTRE NÓS
AMÉM
MARA

A ARTE DE PERDER


“A arte de perder não é nenhum mistério; Tantas coisas contêm em si o acidenteDe perdê-las, que perder não é nada sério. Perca um pouquinho a cada dia. Aceite, austero, A chave perdida, a hora gasta bestamente. A arte de perder não é nenhum mistério. Depois perca mais rápido, com mais critério: Lugares, nomes, a escala subseqüente Da viagem não feita. Nada disso é sério. Perdi o relógio de mamãe. Ah! E nem quero Lembrar a perda de três casas excelentes. A arte de perder não é nenhum mistério. Perdi duas cidades lindas. E um império Que era meu, dois rios, e mais um continente. Tenho saudade deles. Mas não é nada sério.– Mesmo perder você (a voz, o riso etéreo que eu amo) não muda nada. Pois é evidente que a arte de perder não chega a ser mistério por muito que pareça (Escreve!) muito sério. "
Bolinhas de sabão a todos
bjs
Mara

sábado, 14 de julho de 2007

Cristo Redentor



O que eu faço com os meus passos pesados pela cidade? Andei reparando no meu andar por aqui e nossa, é pesado, arrastado. Eu me assusto e o meu caminhar carrega o meu querer e o meu assombro por uma cidade que dia após dia não é mais minha. Não sei bem se um dia ela foi, não sei, mas já me senti à vontade, já vivi a cidade, do meu jeito meio torto, mas vivi. Aprendo a fazer oração, e eu faço, sozinha na rua eu falo em um deus como se ele fosse meu, eu ameaço chorar, silencio. Não é fácil, não é fácil querer, sei que não é.
Eu ainda vou falar muito o nome dele sozinha até lá.
Mara

domingo, 8 de julho de 2007


TAJ MAHAL - É PRA LÁ Q EU VOU!
Shah-Jahan viveu um sonho de amor quase irreal. Ele amou e desposou Arjumand Banu Begun, que, mais tarde, se tornaria imortal, com o nome de Muntaz-Mahal. Shah-Jahan e a bela Arjumand casaram-se e tiveram 13 filhos! De uma hora para outra, nenhuma das trezentas mulheres que compunham o seu harém o fazia feliz. O príncipe não queria saber de mais ninguém. Arjumand Begun era jovem, linda e inteligente. Como Imperatriz, revelou-se excelente conselheira do marido nas complicações oriundas das questões de Estado. Tornou-se querida do povo por sua caridade e sua dedicação ao Imperador. Quando o 14º filho de Shah-Jahan e Arjumand estava nascendo, ela não suportou as dores do parto e morreu. O príncipe se desesperou e quase morreu também, de tristeza e desgosto. Deixou para sempre as vestes reais e nunca mais abandonou o luto. Desolação e lágrimas amargas encheram então a sua vida. Em três meses, conta a história, a barba negra de Shah-Jahan embranqueceu. Para abrigar o corpo de sua amada, ele decidiu construir um palácio. Mandou comprar os melhores mármores, encomendou rubis e jades para decorar o mais belo túmulo que alguém poderia ter. Mandou vir os mais famosos arquitetos e artistas do império persa e mongol para a construção do Monumento, que veio representar todo o seu amor por Mumtaz-Mahal: O Taj Mahal. Vinte mil trabalhadores estiveram ocupados durante anos para erguê-lo. Ordenou que se construísse o túmulo para a bem-amada segundo as seguintes orientações: "Que não seja fúnebre, pois deverá celebrar a curta vida de um amor. A sua beleza e graça hão de recordar eternamente a mulher, sem envelhecer. Será um sonho de mármore edificado na fronteira delicada entre o real e o irreal, como a própria paixão". 22 anos para ser construído e ficou pronto em 1653. Considerado um monumento ao amor, sua construção é admirada no mundo todo. Devido ao revestimento em mármore branco, o prédio pode ser visto a mais de 40 quilômetros de distância e nas noites de céu limpo reflete o brilho da lua. Quando ele morreu, também foi enterrado no Taj Mahal, ao lado do seu amor. Shah-Jahan e Arjumand Begun dormem juntos para sempre no mais lindo palácio do mundo...
Só existe algo meio triste nisso tudo, Os homens q trabalharam e arquitetaram o monumento tiveram todos as mãos decepadas, para q não tornassem a construir nada parecido ou tão lindo como o Taj Mahal!!!
E Jorge Ben compôs aquela linda música, vale a pena escutá-la
Taj mahal - Jorge Ben e a banda do Zé pretinho.
Bolinhas de sabão e muito amor pra todos vcs!
Mara

sexta-feira, 6 de julho de 2007

O seu olhar, melhora, melhora o meu....


Hj postarei essa música, pq é assim que estou me sentindo.
"Eu vivo sempre no mundo da lua porque sou um cientista o meu papo é futurista e lunático, eu vivo sempre No mundo da lua,porque tenho uma alma de artista Sou um gênio sonhador e romântico. Eu vivo sempre no mundo da lua, porque sou aventureiro desde o meu primeiro passo pro infinito. Eu vivo sempre no mundo da lua porque sou inteligente, se você quer vir com a gente ;venha que será um barato.Pegar carona nessa cauda de cometa ver a Via Láctea estrada tão bonita,brincar de esconde-esconde numa nebulosa voltar pra casa no nosso lindo balão azul Nosso lindo balão azul"Guilherme Arantes

Bolinhas de sabão pra todos!
Mara

segunda-feira, 2 de julho de 2007

"CIRURGIA PLASTICA DA ALMA"

Hj está sendo um dia de reflexões, pensamentos, ando muito cansada ultimamente, cansaço mental, saudades de coisas que ainda desconheço, ando sonhando acordada, sonhando com coisas que minha alma necessita, enfim....Como dizia Arnaldo Antunes, ás vezes é necessário se fazer uma cirurgia plástica da alma.
Deve ter algo de errado com o mundo, algo com o alinhamento dos planetas, sei lá.
Estou aqui ouvindo meus hits e com muitas saudades do que já se foi e do que ainda estar por vir.
"...só existe o que se sente"
Bjinhos e bolinhas de sabão.
Mara

domingo, 1 de julho de 2007

Manhã de domingo....
Estou branca no corpo e na alma deitada quase sobre os meus sentimentos , minhas sensções são boas , tenho um universo dentro de mim ...
EU VEJO FLORES EM VC....

sábado, 30 de junho de 2007

Felicidade Clandestina


Quem sabe eu aprenda. Quem sabe um meteoro caia sobre a minha cabeça nos próximos dias. Quem sabe os dias passem mais rápido do que eu imaginaria.
Quem sabe.Agora eu tenho tudo isso no colo, nas mãos, no peito e eu seguro tão forte, tão forte, e ando por aí com todo peso que alguém apaixonado tem, eu ando por aí com o peso da distância, com o peso do tempo, do tempo que eu me alimento, do tempo que traz e leva as pessoas. Algumas eu sei que ele nao vai levar, e como é bom dizer isso nesse instante, às vezes eu dou pra ter fé, sabe, às vezes o mundo me traz isso e é bom, eu gosto de mim assim. Deito, perco o sono, sonho, choro, rio, celebro e amo, amo como nunca. A verdade é que eu acredito em milagres, daqueles que não vem de santos, mas vem de preces e de uma crença tão íntima que dói, num acreditar tão verdadeiro que não há escolha. Não, não há.Não, eu nem quero tanta coisa, a resposta pro meu querer é bastante simples, simples demais. Quero dizer sim com um aceno, com um beijo e com um não querer largar maior do mundo.
"Que coisa grande essa! " - É meu peito que diz.

Os dias passaram.Fazia tempo que eu não reparava tanto nos minutos, nas palavras e na minha falta de jeito pra lidar com algumas coisas. Mas não é fácil sair do ninho, é feito parto, um parto outro, coisa de vida. Mas gosto de pensar na crença que surge em meio a tudo isso, nesse desejar intimamente que beira doer, e dói. E hoje eu rio. Há um riso agradável no meu rosto, minha espera é contente, carinhosa e entregue. Há um riso quase delirante nesse meu pertencer. Acho bonito, bonito demais.

...eu indico...

...eu indico...
Cinema Paradiso